Em louvor de Lula

Em louvor de Lula

Na peça teatral “Processo e Morte de Stalin”, de Eugenio Corti – escritor da estatura de um Manzoni ou de um Tolstoi –, o ditador soviético convida alguns de seus ministros e assessores para um jantar na sua casa de campo, na intenção de prendê-los e sacrificá-los num dos seus célebres “expurgos”. Eles descobrem o plano e decidem virar o jogo. Desarmam os guardas da

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O império da ignorância

O império da ignorância

Vamos falar o português claro: Aquele que não dá o melhor de si para adquirir conhecimento e aprimorar-se intelectualmente não tem nenhum direito de opinar em público sobre o que quer que seja. Nem sua fé religiosa, nem suas virtudes morais, se existem, nem os cargos que porventura ocupe, nem o prestígio de que talvez desfrute em tais ou quais ambientes lhe conferem esse direito. Discussão

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Herança e confusões

Herança e confusões

Mesmo na mais louvada das democracias, o Estado é hoje o mediador e juiz soberano de todas as ações e relações humanas, até as mais particulares e íntimas

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A oligarquia contra o povo

A oligarquia contra o povo

SÃO PAULO, 27 DE AGOSTO DE 2015 ÀS 12:04 POR OLAVO DE CARVALHO Contra a vontade popular, a presidente, seus ministros, o Congresso inteiro e o comando das Forças Armadas não têm autoridade nenhuma. Se vocês não querem fazer a vontade do povo, saiam do caminho e deixem que ele a faça por si. Interrompo temporariamente as considerações teóricas da série “Ilusões democráticas” para analisar brevemente

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Merquior para idiotas

Merquior para idiotas

Sempre que aparece algum intelectual conservador ou liberal, a Folha de S. Paulo se apressa a infundir nos seus leitores a impressão de que se trata de fenômeno inusitado, anormal, necessitado de explicação. Nisso consiste uma das principais missões das suas páginas ditas “culturais”: alimentar a crença de que as pessoas inteligentes e cultas são normalmente de esquerda. A premissa subjacente, sem a qual essa

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Ilusões democráticas (I)

Ilusões democráticas (I)

SÃO PAULO, 14 DE AGOSTO DE 2015 ÀS 10:08 POR OLAVO DE CARVALHO Quando vemos a facilidade com que a democracia se autodestrói, cedendo lugar a toda sorte de tiranias, ficamos consternados e imaginamos que isso se deve à concorrência desleal de concepções antagônicas. Um “princípio”, em filosofia, é uma afirmativa auto fundante e universalmente válida, que portanto não depende de nenhuma outra nem é limitada

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