Guerra Cultural – história e estratégias

Guerra Cultural – história e estratégias

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Nos EUA, um desconhecido sem um único documento válido elegeu-se presidente sem que ninguém no Parlamento ou na mídia ousasse sequer perguntar pela sua identidade, e, após oito anos de um governo desastroso e uma série inumerável de crimes, vai chegando ao fim do segundo mandato contando ainda com invejável popularidade e envolto numa aura de glamour praticamente indestrutível.

Em vários países da Europa, militantes e terroristas islâmicos camuflados sob o rótulo de “refugiados” matam e estupram à vontade, gritando aos quatro ventos sua intenção de derrubar os governos locais, enquanto esses mesmos governos os protegem e adulam ao ponto de manter as portas de seus países abertas para que eles continuem entrando em números crescentes e de proibir qualquer palavra mais forte que se diga contra a religião deles.

No Brasil, com Dilma ou sem Dilma, com Lula ou sem Lula, com PT ou sem PT, a hegemonia cultural da esquerda, tal como a descrevi em artigos escritos desde 1993, continua em vigor, inalterada e inabalável, dominando amplamente as universidades, a mídia e uma parte considerável da classe política.

Todos esses fenômenos e outros tantos similares, são ao mesmo tempo expressões e resultados de uma modalidade de ação histórico-política altamente complexa, denominada genericamente de “guerra cultural”.

Como essa expressão é usada também para denominar muitos outros fenômenos diferentes, como a competição natural entre culturas, a absorção de uma cultura por outra mais forte, o imperialismo cultural, a propaganda política e a doutrinação de militantes, o processo a que me refiro continua muito difícil de apreender intelectualmente em sua unidade essencial, e mais difícil ainda de combater. Não existe, no debate público, nem mesmo clareza sobre quem são os agentes da guerra cultural: São governos? São partidos políticos? São entidades religiosas? São grupos financeiros bilionários? São sociedades secretas? É alguma classe social em particular? São forças sociais impessoais e anônimas que convergem espontaneamente no sentido de produzir certos resultados impremeditados?

Mais ainda, a própria denominação “guerra” sugere uma disputa, um confronto de forças opostas, condição que nem sempre – ou quase nunca – se cumpre. Na maior parte dos casos, os guerreiros culturais não encontram nenhum inimigo pela frente e limitam-se a arrombar portas abertas. Um dos elementos centrais da sua estratégia consiste precisamente num conjunto de procedimentos destinados a neutralizar de antemão qualquer possibilidade de resistência.

Nada mais urgente, não só neste país como em muitos outros, do que compreender claramente a natureza, as estratégias e o modus operandi da guerra cultural.

Foi para isso que concebi este curso.

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